o blogue de Spirru

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tudo de bom na estréia

A estréia saiu, não foi como eu gostaria, mas nasceu
os erros e problemas foram identificados, e agora é só
corrigir. Pituxa que agora passarei a escrever com "X",
como sempre faz muito sucesso, as pessoas se impressionam
com uma garotinha em cena, com a maior cumplicidade
com seu parceiro, sem estar nem ai com o público.
A cada apresentação ela cresce (nos dois sentidos), sua
sensibilidade aumenta, e o processo criativo fica mais limpo
e completo, acho que tem tudo para dar certo.
Um abraço Tchau

invasão de convidados

Essa não pode passar em branco, acabei de logar e o que vejo
16 convidados no site isso é show, acho que é o maior número de convidados
que eu já vi num único dia. Estamos bombando
Um viva para o site e todos os palhaços.
Tchau

foi dada a partida

passamos pela pré

Em fim, a pré-estreia saiu, foi em uma festa de um amigo
de trabalho, achei que seria o local ideal, muitos
adultos e crianças. Acho que alcançamos o nosso objetivo inicial
que era o de experimentar as gags, e descobrir se a Pitucha
conseguia fazer o seu papel, querem saber?
Ela passou, foi muito bem, e não é porque sou pai dela não
pois Pituchinha arrancou elogios de todos, e não se intimidou
mandou ver. Hoje o parabéns é para vc Pituchinha
Beijos Tchau

Começa agora a preparação da estréia

sapato.jpg

E isso mesmo.
Começamos as nós preparar para estrear, figurinos ok, maquiagem ok,
adereços quase, ensaios a todo vapor, alegria incessante, apoio de todos.
A Cia Spirru de palhaço estréia "Brincadeira de criança".
Improviso e criatividade em movimento palhaçal,
com Sophia Clara Middeldorf (Pituchinha) João Carlos Spil (Spirru)
É com alegria que aqui vós comunico.
Um Abraço Tchau

8 mandamentos do palhaço

Spirru intelectual

Os 8 Mandamentos do Palhaço

1. Manterei o bom gosto nos meus números, nas minhas apresentações e no meu comportamento enquanto estiver vestido e maquiado. Garantindo a todos, em especial às crianças, entretenimento engraçado, divertido e leve. Lembrar-me-ei de que um bom palhaço entretém o público fazendo graça de si mesmo e não à custa dos outros.

2. Atuarei de forma a entreter o público e não em proveito próprio ou para publicidade pessoal. Maquiando-me de maneira profissional e com os meus próprios trajes. Tentarei sempre me manter anônimo enquanto estiver vestido e maquiado como palhaço.

3. Não ingerirei nenhuma bebida alcoólica nem fumarei antes, durante ou após uma atuação é enquanto estiver maquiado e vestido como palhaço. Comportar-me-ei como um cavalheiro, nunca interferindo noutra atuação ou espetáculo, nem importunarei os espectadores ou um indivíduo específico. Não me envolverei em casos de abuso sexual ou discriminação em razão de raça, religião, sexo, nacionalidade ou deficiência, e não tolerarei quaisquer atos semelhantes.

4. Removerei a minha maquiagem e trocarei de roupa após as minhas atuações o mais rapidamente possível, em local apropriado evitando qualquer tipo de incidente que deprecie o bom-nome dos palhaços. Portar-me-ei como um cavalheiro em qualquer situação.

5. Enquanto estiver maquiado e vestido, seguirei as instruções que me forem dadas para a realização do espetáculo e obedecerei a todas as regras de atuação sem queixar-me publicamente.

6. Darei o meu melhor para manter o melhor padrão de maquiagem, roupas, atuações e humor.

7. Atuarei no maior número de apresentações de palhaços que eu puder.

8. Estarei comprometido com a manutenção de um espírito livre de discriminação e abuso para todos os palhaços de todas as idades, compartilhando idéias e aprendendo sobre a arte de fazer palhaçadas.

Adaptado por Spirru do livro "1000 Clowns de H. Thomas Steele, Editora Tachen"

voltar é preciso

Fique preocupado quando o site ficou fora do ar, mas logo recebi
uma mensagem do Léo, havisando que era por pouco tempo
Essa iniciativa que foi criada nos deu um espaço muito importante.
Aqui conhecemos pessoas brilhantes. Trabalhos dos mais simples aos mais
completos, do iniciante ao mais experiênte, todos importantes para o nosso
crescimento como pessoa e palhaço. Consciente que sou, da minha responsábilidade
como palhaço, me ponho a disposição de todos para ensinar e aprender.
Começo hoje a desenvolver um trabalho em parceria com minha
pequena Pituchinha, pretendo percorrer escolas, praças, feiras e todo lugar que permita
apresentar a faceta do riso.
Um abraço do Spirru Tchau...

Flagmentos de um saco de pão

QUEM MORRE

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem repete todos os dias os mesmos
trajetos, quem não muda de marca, não troca de cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da TV o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem não vira a mesa quando está infeliz,
quem não arrisca o certo pelo incerto para
ir atrás de um sonho, quem não se permite
pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se
da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente quem abandona um projeto antes
de iniciá-lo, não pergunda sobre algo que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando que estar
vivo exige um esforço muito maior que o simplesmente
fato de respirar...
PABLO NERUDA

PEQUENINA FELIZ

Sophia com 2 anos pronta para o carnaval

Pequenina feliz, é assim que se encontra uma pequena
palhaça de nome Pitucha de 6 anos, estreou como palhaça
aos 4, encarou o público, emocionou e passou o chapéu.
Feliz porque soube ontem, que fará uma nova intervenção
ao ar livre no proxímo sábado. Ainda sem muita noção de tempo,
quando se fala em dias da semana, ela pergunta o tempo todo,
se será amanhã o grande dia, ansiosa não vê a hora de caracterizar-se
e partir para a diversão. Hoje eu lhe mostrei o novo figurino
e a malinha palhaçal que estou terminado de fazer. Ela esboçou
um sorriso, e perguntou. É hoje? Não ainda faltam 3 dias, respodi.
O que ela não sabe ainda é que terá um sapato igual ao meu, que mandei
fazer especialmente para ela, isso vai ser surpresa. Estou ensaiando
pequenas gags com ela, algumas que já faziamos e outras novas,
ela têm se saído bem. É uma palhaça que promete.
Tchau...

Um dia no parque

dia no parque

Um dia encontrei com um colega, que sempre me deixou admirado
pelo seu talento, inteligência e principalmente pelo respeito
e admiração que também tinha por mim. Esse colega é simplesmente
Rodrigo Roblenõ que me veio com uma proposta. Spirru vamos fazer uma intervensão no parque municipal, podemos fazer no domingo e se der certo faremos uma vez por mês, podemos também chamar outras pessoas, palhaços ou não. Respondi com um sim cheio de alegria, que mais tarde foi seguido por muitos outros companheiros, tornando-se um encontro que foi chamado de agrupamento de palhaços. Hoje muitos colegas apresentam seus trabalhos no parque aos domingos, vale apena conferir.
Tchau...

Dia de Mickey

me abraça mais

Fazia bem uns 30 graus, mas dentro daquela roupa feita de pelúcia e com a enorme e pesada cabeça de pateta que eu segurava, hora com as mãos, hora com o pescoço, devia estar fazendo pelo menos uns 45 graus. O pior de tudo é que, quem fazia sucesso era o Mickey, a Mini, até o Pluto fazia mas sucesso que o Pateta, eu não entendia porque, pois sempre fui muito engraçado, quando fazia estes personagens felpudos. Mas, em fim, lá estava eu suando e pulando feito um verdadeiro pateta. Foi quando minha chefe bateu em meu ombro e disse que precisava de mim, pois o Mickey acabara de ter um desmaio, como as fantasias de Pateta e Mickey eram quase iguais, mudando apenas o Fraque e a cabeça, seria eu o responsável em substitui-lo até que ele melhora-se, pensei. Caramba que fria que a gente se mete quando precisa de dinheiro. Mas tudo bem eu estava ali era para detonar, e foi o que eu resolvi fazer. Coloquei a cabeça de Mickey e parti para o abraço. A festa era de uma empresa grande, tinha pelo menos 5.000 pessoas, sendo cerca de 3.000 crianças. Não acreditei na fila que se formava na minha frente para receber simplismente um abraço. Era uma loucura, um abraço atráz do outro sem parar, aquilo foi me enchendo de uma alegria, de uma emoção incontrolavél. Comecei a chorar, porque era verdadeiramente algo fabuloso, sem explicação, naquele momento eu percebi o porque do
desmaio do companheiro. Eu não sabia quantos abraços tinha dado, só o que eu percebia era uma sensação enorme de bem estar e de felicidade.

MUNDOCLOWN
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